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Ah! Que saudades de Você

Ah! Que saudades de ser atraído pelo calor de sua fogueira... Encontrar lugar ao tronco, na relva ou em pé mesmo, bem próximo a ti... E poder me aconchegar à multidão, mas sentindo-se único... Ser cativado pela entrega de si mesmo e ouvir histórias tão bonitas... Perceber o seu olhar perscrutador colapsando minha atenção... Ah! que saudades de poder ouvi-lo e dizer:  "Está é a voz do meu Amado... Ei-lo aí, com a sua voz tão doce e aprazível!..." A habilidade não está nos recursos do saber e do poder... Ela também não se encontra na ponte entre a fonte e o destino... Ela está em como você caminha na ponte que faz está conexão! Não é o que você sabe que transforma a vida das pessoas... Mas como quem transmite o saber percebe como quem o recebe está sendo transformado! É está a construção harmoniosa e meticulosa que as mãos do artesão busca incessantemente! Em seu toque sensível no cerne da pessoa, sente onde aclopou-se o sentimento de cura e restauração... Sem muito barulho, us...

Mensagem e mensageiro!

O mensageiro não dá vida a mensagem, porém a mensagem é a vida do mensageiro; A mensagem tem a própria vida do mensageiro... Sem mensagem, não há porquê existir o mensageiro, porém sem mensageiro a mensagem não exerce o seu eflúvio; Nesta simbiose dialética, a mensagem inspira, reanima e cativa a vida ao mensageiro; Entretanto, há mensagens duras e aferroantes, que amargam e desconstroem o mensageiro, pois são difíceis de absorver... Não obstante, ela possue uma adocicada percepção nas papilas gustativas espírituais do mensageiro, para quê, somente em seu interior, haja a absorção e participação do sentimento de quem a receberá... Quão terrível seria se a mensagem não possuísse o poder de conceder imunidade ao mensageiro... O mensageiro conhece os oráculos, pela perspicácia às consequências da mensagem que carrega... E mesmo nos momentos finais de sua total entrega, ele sabe, o quanto foi entregue de si mesmo, na própria mensagem... Oh! que mensagem! Portanto, está mensagem, não é do ...

Eu vi ao Senhor assentado no TRONO!

Tinha Uzias dezesseis anos quando começou a reinar, e cinqüenta e dois anos reinou em Jerusalém... Porque deu-se a buscar a Deus nos dias de Zacarias... e nos dias em que buscou ao Senhor, Deus o fez prosperar. Porque saiu e guerreou... e quebrou o(s) muro(s)... e edificou... E Deus o ajudou contra... porque se fortificou altamente... Mas, havendo-se já fortificado, exaltou-se... até se corromper; e transgrediu... porque entrou no templo do Senhor para queimar incenso no altar do incenso. Então Uzias se indignou; e tinha o incensário na sua mão para queimar incenso. Indignando-se ele, pois, contra os sacerdotes, a lepra lhe saiu à testa perante os sacerdotes, na casa do Senhor, junto ao altar do incenso. Assim ficou leproso o rei Uzias até ao dia da sua morte... E Jotão, seu filho, tinha o encargo da casa do rei, julgando o povo da terra. No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi também ao Senhor assentado sobre um alto e sublime trono 2 Crônicas 26:3 2 Crônicas 26:5 2 Crônicas 26:6 2 Cr...

Pensamentos e Expressões

Se fizeres dos lavradores seus guerreiros e lhes deres armas em lugar das enxadas, no dia da peleja eles enfraquecerão as próprias mãos pois estarão inchadas. Faltará o mantimentos dos guerreiros que cairão inanes segurando dos lavradores as enxadas;

O silêncio dos Inocentes

Caças como leão a borboleta Atíria e passas mel a boca que é onde ela pousará; Não te faças de inocente, lamentando e olhando para cima mas de exemplo servirás; O imperador desejas isto, e quisto, sorrisos lhe ensejarás; Todo o silêncio nos ensinas a subserviência ao grande e suntuoso Mar; Que varre com sua força à enseada, trazendo a tona as sujidades das recâmaras a te mostrar; No passo do gado a realeza supostamente andará; Apenas aceite isto pois sobreviverá quem os oráculos de Jeremias aceitar! Vem do norte... do Norte o vento vem! Renda-se e aceites o seu tempo de desdém...  O servo que serve sem desejar servir, sofre sob a égide do servo de Deus que não anseia pelo porvir!

As asas do assolador...

Surgindo de súbito no cenário e sequestrando o campo de visão por sua aparência tétrica... Aos poucos aproximando-se, dava para sentir o baforido de suas intenções... Seu ar gélido e triste logo se percebia em sua fisionomia circunspecta... Cada mínimo movimento era por demais assustador e preocupante... Doravante, ao tornar público a sua fala... Percebia-se temulência intensidade e esforço muito forte... Pela aproximação, dava para ver as discrepâncias de seu olhar que se perdia em direções contrastantes... Seu ignoto fragor, demonstrava o mesmo pavor que inferia nos outros... Para disfarçar tamanhas agitações, movia-se em ziguezague, para não deixar claro suas intenções... Ora a sua intimidação derrubava um desavisado aqui, ora tombava um ali... Não obstante, quando sentia que seus intentos e disfarces perdiam o poder da invisibilidade... Procurava aliar-se e fazer vassalos em tenra idade... Porém, os avassalados eram mais perigosos que os seus escravos... Possuíam a liberdade de tra...

O centrípeto certame!

Há uma batalha fortemente armada... Seu poder bélico, apoia-se de forma velada... De um lado, sendo meigo e sutil, a paixão; De outro, consciente e taciturno, o amor; Este, nos assegura a certeza de quem ama! Aquele, queimando na incerteza e lancinante como chamas! No interim deste certame incólume segue ferido, sobrevivendo o coração! Puído pelo vilipêndio sentimento de perda e desequilíbrio da emoção! Suas lágrimas tombam como soldados, combalidos no terreno árido e sem abrigo... Procurando se agarrar em algures de nenhures amigo! Ouve-se o palpitar taquicárdico ansioso, alimentado pelas quebras dos limites olvidados... Assim seguem feridos e abatidos os nobres e fiéis soldados... Sua vista apresenta-lhe como miragem seu oásis devaneio... Então, levanta-se iludido em sua direção mesmo em seu cambaleio... Sua voz se torna rota em seu pusilânime soneto ... Será esta a direção ou em alhures que apeteço? Estagnado não poderemos estar, não obstante, em movimento devemos em algures chegar....